segunda-feira, 30 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] SHADOW OF THE BEAST



Se você cresceu com um Amiga como videogame nos anos 90, é muito provável que uma de suas memórias mais firmes deve ser… hm, quer saber? Esquece isso. Quer dizer, se você teve um Amiga, não há tem como possivelmente eu imaginar como foram suas memórias de infância. Qualquer coisa entre férias em Aspen, e ser criado no esgoto por tartarugas com nomes de artistas da renascença, eu suponho. Sério, quem diabos teve um fucking AMIGA?

De qualquer forma, vamos falar sobre um dos principais títulos do sistema: A Sombra do Cramuião.

domingo, 29 de outubro de 2017

[GAMES] ECHO (ou seu maior inimigo é você mesmo. Literalmente)



Quantas vezes você pegou um jogo e, verdadeiramente, pôde dizer “Hey, essa ideia é verdadeiramente nova!” ? Sejamos honestos, bem poucas. Um desses casos é Echo, do estúdio Ultra Ultra (estreante, mas com diversos membros que trabalharam recentemente em Hitman).

Sem mais enrolação, vamos ao que vocês vieram ver aqui: qual é a grande nova ideia de Echo? Bem, ele é um jogo de furtividade onde os inimigos ganham novos movimentos de você. Doido, né? Funciona assim: por padrão, os inimigos só andam. Se você correr, eles aprendem a correr. Se você atirar, eles aprendem a atirar. Se você descobrir um uso cotidiano para a fórmula de Baskhara… 

Brincadeira, isso nunca vai acontecer.

sábado, 28 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] MERCS (Arcade, 1990)



No temível ano de 199X (sério gente, colocar um X no último digito do ano não vai impedir o jogo de parecer datado), um ex-presidente dos US and A é sequestrado durante um tour pela África central onde promovia a paz mundial.

Para evitar um incidente internacional maior, o governo dos Estados Unidos não envia seu exército para salvar o cara e sim apenas três soldados arianos que adoram acariciar freudianamente suas armas enormes.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] PIT FIGHTER (Arcade, 1990 / SNES, 1992)



Um dia, em meados dos anos 90, você estava lá, voltando do colégio, quando uma coisa na tela chamou sua atenção. Algo que você nunca havia visto antes, algo que você sequer julgava ser possível fazerem! Mas estava lá! O sangue, o realismo, a violência… tudo!


Obviamente você ficou obcecado por aquilo, quem não ficaria? Você juntava as moedas que, por acaso, caiam na sua mão, para gastar com aquilo, e cada nanossegundo era um júbilo.

Well, o tempo passou e você cresceu, nunca mais tocando no assunto a não ser em memórias saudosas. Até que um dia, depois de adulto, você decide voltar aquilo e … NOSSA SENHORA DA QUERUPITA, COMO ESSA MERDA ERA RUIM! Mas puta que me pariu em mertiolate flambante, o que você tinha na cabeça para gostar de uma coisa tão hedionda, porca e mal feita desse jeito – mesmo para os padrões da época?

Claro que eu poderia estar falando de Cavaleiros do Zodíaco, mas, ao invés disso, vou falar hoje de um fenômeno cultural mais antigo e (por incrível que pareça) pior ainda. PIT FIGHTER.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] FATAL REWIND (Mega Drive, 1991)




No longínquo e futurístico ano de 2017, o governo americano entrará em colapso total, se tornando um estado totalitário de extrema ... cara, na real a direita e a esquerda querem a mesma coisa, então não é como se tivesse muita diferença mesmo

A fim de manter a população apaziguada, o camarada estado oferece o bom e velho circo, colocando condenados para participar de um reality show, no qual as chances de saírem vivos é menor do que a de eu conseguir reunir mais de cinco pessoas para o meu velório.

O mais sádico (e, por consequência, o mais popular) desses reality shows é o THE RUNNING MAN, apresentado por Damon Killian.

Essa é a premissa do filme “The Running Man” (“O sobrevivente” no Brasil) de 1987, estrelada por Arnoldo Negopreto (se não me falha o meu alemão, acho que é isso que significa o nome dele), baseada em um conto de Stephen King.

Sim, existe um filme baseado em uma obra do King estrelada pelo cara que soca camelos. Lide com isso:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] A HORA DO PESADELO? (Nintendinho, 1990)



Quando os primeiros videogames foram criados, seus criadores não tinham em mente que estavam trazendo ao mundo uma ferramenta capaz de dar à humanidade a chance de realizar os seus sonhos mais loucos. Como entrar na pele de um pedófilo que foi queimado vivo e agora assombra os pesadelos de adolescentes. Pensando bem, eu acho que realmente eles não tinham ideia do que estavam criando…

terça-feira, 24 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] THE IMMORTAL (Nintendinho, 1991)



A primeira reação que eu tive ao ver “The Immortal” no Nintendinho em 2017 foi “Holy Macaronnes, tinha um Diablo para o NES esse tempo todo, e ninguém nunca me avisou disso?!?”. Visualmente o jogo parece muito o que teria sido uma tentativa da Blizzard para a plataforma de 8 bits da Nintendo.

Ao jogar o jogo, no entanto, você descobre que o que é imortal não morre no final está mais para Dragon’s Lair do que Diablo, realmente. Mas vamos começar nossa história do começo, porque The Immortal tem um making of muito interessante.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

[ANIMAÇÕES] CASTLEVANIA (ou o que é o homem, senão uma miserável pilha de maratonas na Netflix?)



Imagine o seguinte cenário: o capiroto se aposentou. Ele disse “ah, quer saber? Vocês agora têm sessão de comentários na internet e eu nunca vou conseguir competir com isso“, e pendurou as chuteiras. Tudo que ele quer agora é passar suas tardes lendo Stephenie Meyer e ouvindo Céline Dion (que foi? Ele ainda é o mau encarnado, afinal). Então, um dia, uma simples camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha bate à sua porta pedindo acesso à sua biblioteca de conhecimentos proibidos, para tornar a vida das pessoas um tanto menos lazarenta.
 
Bem, estamos falando da Valáquia (um cafundó no cu do Judas do interior do sul da Romênia) em 1455 – qualquer coisa além de tentar curar hemorroidas usando um ferro quente já seria um avanço médico enorme. O cramuião se deixa levar pelas qualidades humanas positivas da moça e, eventualmente, eles se apaixonam, casam e até têm um filho.

O que teria terminado muito bem para todos os envolvidos, não fosse a igreja achar que essa moça, dizendo às pessoas para lavar as mãos antes de comer, estava seriamente ameaçando seu poder político e social. E, por isso, decidiram queima-la como uma bruxa em praça pública. É, o capeta tava super de boas na dele, e aí vocês vão e queimam a mulher dele por motivo nenhum. Sério, por que não aproveitam o embalo e atiram no cachorrinho dele também?

Eu vou te dar um tempo para você refletir sobre essas palavras.

domingo, 22 de outubro de 2017

[GAMES] CASTLEVANIA 3: DRACULA'S CURSE

Excepcionalmente hoje não falarei de um jogo da Ação Games, mas é por um motivo especial: falaremos do jogo no qual a série animada da Netflix se baseou. Embora não seja necessário conhecer o jogo para apreciar homões da porra descendo o relho nas hordas do inferno, conhecimento nunca é demais, certo? (exceto saber como os figos se formam – você não vai querer saber isso)



Se você acha que a expressão “em time que está ganhando não se mexe” é tradicional, saiba que ela é muito mais recente do que você poderia imaginar. Ou, ao menos, que não estava em vigor durante os anos 80, porque os criadores de jogos tinham o estranho hábito de seguir um título de imenso sucesso… por outro absurdamente diferente. Quase outro gênero.

Verdade seja dita, para lançar sequencias quase anuais dos jogos, as empresas usavam outras equipes de desenvolvimento, enquanto os criadores do 1º já estavam trabalhando na terceira parte – prática que continua até os dias de hoje (sim, Devil May Cry 2, estou olhando pra você).

Zelda teve um inexplicável Zelda II, que era um jogo de plataforma; Alex Kidd in Miracle World foi seguido pelo jogo menos Alex Kidd possivel, e Castlevania teve… Castlevania II: Simon’s Quest. E como a segunda parte do Castelo do Vania se saiu?

Bem, não é ruim o jogo ser de um tipo diferente (com efeito, foi uma das fundações para o genero Metroidvania), mas, infelizmente, ele é um jogo tão profano, tão hediondo, tão nefasto, que a fúria de jogá-lo criou um dos maiores personagens da internet: o Angry Video Game Nerd. Isso é o quão ruim foi esse jogo.

sábado, 21 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 009] SUPER CASTLEVANIA IV



A indústria dos games não é vergonhosamente tacanha às vezes? Quer dizer, além de malditas microtransações e DLCs, um dos seus esportes favoritos é pegar jogos que foram sucesso em uma geração… e lançá-los de novo, assim que um novo console sai! Puta merda, cara, quantas vezes vocês esperam que nós compremos o mesmo jogo? Nós parecemos tão idiotas assim para vocês?


Mas o que você talvez não saiba é que essa moda de relançar os mesmos jogos, apenas com gráficos melhores, não é nova. Na verdade é quase tão antiga quanto os videogames em si. E para provar meu ponto, vou falar de um dos remakes mais famosos da história do Super Nintendo. Que dê a primeira chicotada em uma vela quem nunca passou tardes jogando…

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 008] ALEX KIDD IN HIGH TECH WORLD




Por mais que se ame a Sega, não tem como não admitir que mais sim do que não eles fazem umas jogadas que você se admira como eles conseguem piscar e respirar ao mesmo tempo sem ter um enfizema cerebral. Estamos falando de uma empresa que "surpreendeu" os varejistas do país ao lançar seu console Saturno seis meses antes e apenas para algumas poucas lojas. Estamos falando de uma empresa que não só lançou o Sega CD, mas também o Sega 32X. Uma empresa que consegue tornar dificil algo tão fácil como tornar o Sonic em um personagem decente. Essa é a SEGA, uma empresa que parece eternamente determinada a dar um tiro no pé a cada dois passos.

E se você foi criança nos anos 80/90, poucas memórias são mais dolorosas do que o Garoto Alex no Mundo da Alta Tecnologia. Ora, considerando que um dos maiores sucessos do Master System é o clássico "Alex Kidd in Miracle World", o que você possivelmente poderia esperar de um jogo chamado "Alex Kidd in High Tech World"?

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

[AÇÃO GAMES 008] ULTRAMAN: TOWARD THE FUTURE

Sou tão sexy que me colocaram na capa duas vezes!
 
Um homem de colant contra monstros gigantes. Tipo Street Fighter, mas com monstros! Como isso poderia não se traduzir em um grande jogo? De muitas maneiras, eu diria Bem, eu joguei ele - isso é algo a se dizer. E ele é ruim. Puta merda, como esse jogo é ruim. Puta merda como é ruim!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

[TOP 5] – MOMENTOS ÉPICOS DO CINEMA… perdidos em filmes não tão épicos assim

Fazer um filme é um negócio muito complicado. Tem que juntar um bom roteiro com coordenar atores, editar cenas, visualizar efeitos especiais, fazer viral na midia e etc. E é obvio que nem todos os filmes acertam e a grande categoria deles se enquadra no “meh…”. Entratanto isso não impede que certos filmes que não são tão grande coisa assim tenham cenas filhadaputamente memoraveis e o TOP 5 de hoje é sobre isso

domingo, 15 de outubro de 2017

[TOP 10] Jogos maduros para adultos (de verdade)

Não existem muitos jogos maduros, quando você pensa sobre isso. Sim, eu sei que existem dezenas, centenas, milhares de jogos classificados etariamente acima de 18 anos, mas não é disso que eu estou falando. Um jogo "maduro" para os padrões da industria, é um jogo com tetas e tripas. O que qualquer adulto pode te dizer que não é maduro, é apenas juvenil.

Videogames são maduros no mesmo sentido que Deadpool é um filme para maiores: não é. É para adolescentes e ocasionalmente adultos que queiram diversão adolescente (essa frase pode ser tão errada fora de contexto...). O que não tem nada de errado com isso, realmente.

O problema não é isso, e sim a falta da sua contraparte. Se tirar o gore da grande maioria dos jogos, seu  palavrões e fan service ou sexo ocasionalmente e vemos uqe não há muito neles que os interessantes narrativamente. Nada além do que você poderia razoavelmente esperar encontrar em um filme infanto-juvenil como Star Wars ou Raiders of the Lost Ark.

Mas isso levanta a questão: onde estão os jogos para adultos? Bem, em primeiro lugar, o que é um jogo adulto? Seria um jogo onde você faz seu imposto de renda, paga boletos e tem que escolher um plano de previdência? Err... quase, mas não exatamente.

Estou falando de jogos que fazem você pensar, refletir, adicionar algo para sua vida como experiencia? Videogames são ótimos brinquedos, mas e se você quiser um pouco mais deles, como faz?

Bem, tema não mais, meu coroão amigo! Eis a minha lista dos dez melhores jogos para serem apreciados depois que você passou da idade mental de 16 anos!

domingo, 8 de outubro de 2017

[CRITICA] O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2: a ameaça de electro (publicado em 2014)


Uma coisa que eu realmente tenho dificuldade de entender são os heróis trágicos. Sabe aquele herói foda mas amargurado por alguma coisa de seu passado ou mesmo do seu presente que ele não pode mudar? Tipo o Cloud Strife, o Batman, o Shinji Ikari. o Zero (da série Megaman).

Quer dizer, eu entendo a dor. Você perdeu alguém, cometeu um erro que não pode ser revertido (ou uma combinação dos dois anteriores) ou ainda tudo que você sabia sobre você mesmo é uma mentira. Todas essas são coisas terríveis e dolorosas. Muito mesmo, eu entendo.

Mas sabe o que não é terrível ou doloroso? Pilotar um robo gigante, invocar meteoros, disparar bolas de fogo das mãos, ter um sabre de energia ou ser o Batman. Eu entendo a sua dor, mas não ao ponto de você não conseguir apreciar a maravilhosidade que é a sua vida.

É por isso que o Homem Aranha é o meu herói favorito. Ele não é um herói muito forte nem mesmo genialmente esperto (quer dizer, ele é inteligente pra caralho, mas não o tipo de inteligencia que muda o destino da Terra como o Tony Stark). Mas ele tem uma característica que poucos heróis demonstram tão bem e com tanto carisma: ele AMA ser o homem-aranha.

Sua vida pode ser uma merda, quase ninguém dá valor para o que você faz arriscando a sua vida, as pessoas que voce ama estão sempre em perigo, voce é mal pago pra caralho, mas na hora de colocar a mascara e salvar a cidade nada disso importa porque você é um fucking SUPER-HERÓI cara! Meu, é a coisa mais legal do mundo, não deixe que te digam o contrário mesmo que esse cara clame “ser a noite”!

Eu consigo totalmente me relacionar com o amigão da vizinhança, o cara que salva a cidade mas também salva gatinhos de uma arvore. Por que ele é o Homem Aranha.